Autor: Edson Caldas Jr.

Promoções no Facebook usando o “Compartilhe”, pode?

Se não quiser ler, pode optar por escutar. 😉

Promoções no Facebook: se você usa a famosa dinâmica do “compartilhe em modo público”, este conteúdo pode ser útil.

As diretrizes de bom uso das plataformas de redes sociais, por incrível que pareça, não são levadas a sério. Ou por real desconhecimento da pessoa que assume a gestão, OU por pura preguiça de parar para estudá-las.

Sim, é necessário dedicar um tempinho para interpretá-las, pois nem sempre eles são tão claras como deveriam.

É impressionante a quantidade de “imprudências” relacionadas a promoções, principalmente as promoções no Facebook, em que eu me deparo no dia a dia na minha timeline. E, visto isso, resolvi que, pelo menos uma vez por mês, falarei sobre as principais regras e políticas de bom uso da mídias sociais. As famosas Guidelines.=


O meu foco com estes conteúdos será nas guidelines elaboradas para empresas atuantes nas redes sociais, e não nas regras de uso de pessoas física.

E para estrear o quadro sobre guidelines, nada mais justo do que falarmos do famosos “Compartilhe em modo público para concorrer”. Se permitem uma observação bastante pontual, eu, sinceramente, não sei o que é mais antigo nessa internet sem lei; se é o “mimimi” sobre o corte de alcance orgânico ou esse tipo de promoção.

Prossigamos…

Não estou aqui para julgar quem usa de tal dinâmica para conseguir alcance e mostrar números para o cliente no final do mês. Meu único propósito com este conteúdo é ajudar, ou orientar, sobre os riscos de se desrespeitar as diretrizes de uso de uma rede social, para evitar futuras dores de cabeças e frustrações para você e seu cliente. Existem outras maneiras criativas de se realizar promoções no Facebook, que não necessariamente precisam ser “forçando” o usuário a compartilhar algo. Falei disso em um outro conteúdo. 

No vídeo, eu exemplifico os dois principais riscos de se realizar promoções no Facebook usando o botão de compartilhar,  pedindo que o usuário o faça em modo público. Abaixo, a reprodução na íntegra do que estou falando, retirado do próprio Facebook:

Reparem bem que no item 4, eles deixam bem claro que não vão te ajudar caso você se atrapalhe na sua promoção, não consiga mensurá-la ou simplesmente tenha a sua página bloqueada. E, quando se trata de atendimento ao consumidor, o Facebook ainda peca, e peca muito. É bem complicado entrar em contato direto com eles. 

Espero que tenham gostado da dica. No próximo vídeo sobre guidelines, ainda falarei sobre os riscos de realizar promoções de qualquer maneira e ignorando as regras e burocracias impostas pela plataforma e lei.
 

Eu vou ficando por aqui Se você curtiu o conteúdo, muito obrigado pela sua atenção e até o próximo conteúdo!

LinkedIn: cuidado com a recolocação desesperada


Esse tal de 2016 foi um ano realmente complicado para muitos profissionais, independente do segmento de atuação.

Foi nítido na rede social LinkedIn, a quantidade de pessoas em busca de recolocação no mercado. O assunto é bastante delicado, e o que eu disse no vídeo, e vou redigir por aqui nos próximos parágrafos está longe de ser verdade absoluta. É apenas a minha opinião sobre comportamento na rede social LinkedIn.

Abordei muito pouco o Linkedin por aqui, no entanto, este ano será um ano em que abordarei mais vezes o tema.

O desespero das suas publicações no LinkedIn pode passar insegurança

Que a rede social LinkedIn é uma ferramenta extremamente relevante quando o assunto é networking profissional, nós já estamos saturados de saber. No entanto, será que as pessoas estão sabendo se comportar de maneira adequada por lá?

Resolvi abordar esse assunto logo no primeiro JobCast do ano, devido a um comportamento que vem se tornando cada vez mais comum entre alguns usuários das minhas conexões: o desespero na atuação da rede, solicitando compartilhamentos de fotos de perfil, as reclamações em excesso sobre a falta de oportunidade e, o mais grave de todos, e não citado no vídeo, propositalmente, o envio de currículos invasivos sem, ao menos, uma breve apresentação ou boas vindas.

O relacionamento precisa ser estratégico, sim, não forçado.

Por ser uma rede estritamente profissional, muitas vezes eu acabo adicionando pessoas que não conheço pessoalmente ou que tenho pouco contato.  Não vejo problema algum nisso. Já tive, inclusive, a possibilidade de conhecer e estreitar os laços com novas parcerias através de contatos estabelecidos por lá, com, até então, desconhecidos. Boas parcerias, por sinal.

O fato é que estamos ali para falar de negócios, ponto. Estamos no Linkedin para fazer networking profissional, apresentar ideias, produzir conteúdo sobre determinado nicho de atuação, interagir e conhecer novos profissionais para, quem sabe um belo dia, fazer negócio, contratar bons profissionais ou arrumar uma boa vaga de emprego.

No entanto, visto essa minha “liberdade” concedida a aceitar profissionais que, não necessariamente fazem parte do meu círculo de amigos, acabo me deparando com alguns comportamentos inadequados, vindo de pessoas que eu não tenho a liberdade de alertá-los sobre uma maneira mais pertinente e sutil de se posicionar na plataforma Linkedin, quando o assunto é recolocação no mercado. Por isso resolvi produzir este conteúdo.

Antes de continuar, repito o que eu disse no vídeo e no início do texto: não acho que seja um comportamento errado. Apenas acho inadequado e arriscado.

Quando você mostra desespero, por mais que em muitos casos, seja realmente desesperador ficar sem emprego, é preciso colocar a cabeça no lugar e refletir sobre como você está sendo visto.

A internet e as redes sociais já deixaram de ser terra de ninguém e sua personalidade é diariamente julgada. Pessoal e profissionalmente.

O pedido de recolocação desesperado

Será, realmente, que pedir por favor, para que as pessoas da sua rede compartilhem sua imagem pedindo oportunidade, não transpareceria um pouco de insegurança da sua parte?

Não sou um grande homem de negócios e fiz poucas contratações na minha trajetória empreendedora. Sou um aspirante a pequeno empresário que gosta de questionar sobre tudo, principalmente quando o assunto é comportamento. Aliás, questionar as nossas próprias atitudes no dia a dia é um excelente exercício para entendermos melhor qual o nosso verdadeiro propósito profissional.

No meu humilde ponto de vista, creio que uma contratação, para ser efetuada com maturidade – vinda de ambas as partes – precisa ser uma contratação em que profissional e empresa estejam em sinergia.

A empresa precisa entender que você é a pessoa certa e que vai agregar valor ao negócio, e não apenas visualizar em você uma pessoa que está desesperada. Infelizmente, esse comportamento desesperado também pode, inclusive, desvalorizar a sua remuneração.

Explore o LinkedIn de forma madura. Preencha com cuidado cada um dos seus campos. Se gosta de escrever, escreva sobre sua área de atuação. Comente em artigos de pessoas relevantes para o seu nicho expondo o seu ponto de vista.

E, por fim, e sem medir as palavras: não força a barra e confie no seu taco. 😉

Espero que as dicas tenham sido úteis. Se você leu até aqui, muito obrigado pela sua atenção e até o próximo JobCast!

O meu maior ensinamento profissional de 2016

Se estiver sem tempo para ler, você também pode optar por escutar. 🙂

28 de dezembro de 2016: 39ª edição e último JobCast do ano. E que ano, amigos, que ano.

Foram 39 videocasts produzidos, incontáveis caracteres, muitos estudos, pesquisas, horas dedicadas a aprender coisas novas, como editar, muitas e muitas insatisfações com o resultado estético final dos vídeos, investimentos não planejados em equipamentos, pensando na melhoria do conteúdo e na qualidade da entrega e por aí vai.

Foi um ano produtivo, eu diria.

O ano de 2016 apresentou-se tímido e, assim como quem não quer nada, transformou-se rapidamente no ano mais desafiador da minha vida profissional; um ano em que eu aprendi o verdadeiro significado da palavra empreendedorismo. Bom, pelo menos na minha visão.

O ano em que eu aprendi o verdadeiro significado da palavra relacionamento. E acreditem, não tem muito a ver com o que se acredita e se lê por aí.

Errei. Acertei. Tentei. Errei de novo. Pensei em largar tudo. Me dediquei insanamente em coisas inúteis. Em coisas úteis, também, claro. Retomei alguns projetos. Criei novos projetos e desisti de muitos projetos.

Transformei projetos em hobbies.

Se você me pedisse para definir 2016 em uma única palavra, sem sombra de dúvidas essa palavras seria: tolerância. Em duas palavras: foco e tolerância.

Vou considerar 2016, e aproveitar para deixar registrado neste post, o ano em que eu aprendi a ser verdadeiramente mais tolerante comigo e com as pessoas ao meu redor.

Aprendi que foco não é uma questão de concentrar-se, mas, sim, de optar pelo caminho produtivo, de maneira que possamos colher resultados saudáveis para nós e para os outros. Aprendi que foco não tem absolutamente nada a ver com excessos de aprendizagem ou produtividade, mas, sim, de seleção.

Aprendi a me concentrar no que realmente importa, a dar valor ao que realmente se tornará relevante na minha vida profissional e pessoal: a maneira com que nos relacionamos com as pessoas diariamente, desde a hora que você sai de casa, até a hora em que você retorna. Ah, e isso vale, principalmente, para o ambiente digital e nossa queria caixinha azul chamada Facebook.

2016 foi um ano que eu aprendi que, se existe algo no nosso meio profissional que realmente vale a pena, esse algo é o tal do relacionamento. Essa palavra tem um poder inexplicável.

Seja o relacionamento entre você e seu círculo de amigos, seja o relacionamento seu com seus clientes ou seja o simples relacionamento com desconhecidos.

Definitivamente, 2016 foi um ano de crescimento. De amadurecimento pra mim.

Fica registrado aqui, a minha gratidão por todos que, de alguma maneira fizeram parte desse crescimento e  da minha vida ao longo desses 365 dias INSANOS.

E sem maiores promessas, que venha 2017. E que seja tão foda quanto este que ano que se encerra daqui a 4 dias.
Muito obrigado pela sua atenção e até 2017, JobCast 40, segunda temporada.

Networking e minhas principais referências profissionais

E lá vamos nós para o penúltimo JobCast de 2016.

Depois de produzir 38 edições deste humilde videocast, pensei: “como assim eu não falei sobre as minhas influências profissionais?”.

Seria muito injusto da minha parte, não produzir um conteúdo sobre essas pessoas. Um conteúdo não apenas como forma de indicação, mas, principalmente, como forma de agradecimento.

É claro que faltam profissionais. Se eu fosse citar todos o vídeo ficaria muito longo. Nossa querida profissão, felizmente, tem revelado com frequência bons e competentes nomes no Marketing Digital. Eu diria, sem falta modéstia, que são profissionais que não deixam nada a desejar se comparado com o mercado gringo.

Aliás, nosso mercado, por mais competitivo que seja, tem sempre esse lado construtivo e extremamente colaborativo. Nem convém usar critérios de competição quando estamos falando sobre netwoking profissional.

Colaboração é a palavra de hoje e de sempre.

Na ordem, e já que eu não consegui fazer com que o vídeo ficasse curto (como disse), vou finalizar o texto e deixar por aqui este conteúdo como forma de agradecimento ao Felipe Morais, André Telles e Gabriel Leite, Fabio Ricotta, da Agência Mestre, Martha Gabriel e Estevão Soares, da Estratégi.ca, empresa especializada em Mídias Sociais, Business Intelligence e formação de Jedis.

Eu vou ficando por aqui, muito obrigado pela sua atenção e até o próximo, e último, JobCast da primeira temporada.

Planejamento editorial de conteúdo: por onde começar?

Dentro das estratégias de um planejamento para mídias sociais, o conteúdo é uma parte importantíssima – se não a mais importante, eu diria – para  que você obtenha o retorno esperado, definido no período de atuação. No entanto,  não existe mistério. Existe estudo.

Pouca gente explora – quando explora – a definição estratégica correta de um calendário editorial na hora de distribuir a mensagem nas mídias sociais. Vamos ter em mente o nosso querido Facebook para prosseguirmos com o texto.

Dividir em tópicos e objetivos de ação, e distribuir as pautas em um calendário no excel, não necessariamente pode ser considerado um planejamento editorial de conteúdo.

Mas, calma, eu explico melhor.

Quando você distribuir as pautas de conteúdo de acordo com os objetivos estratégicos, focando apenas em períodos e datas, você tem “apenas” uma organização estrutural da demanda. É errado? Não.

Organização nunca é demais quando estamos falando de estratégia de Marketing de Conteúdo.

No entanto, e aqui aproveitando e tirando a dúvida da Camila, vou tentar pontuar de maneira resumida os primeiros passos antes de pensar na distribuição de conteúdo por si só. A dúvida está no vídeo e obrigado pela participação, Camila. 🙂

Planejamento de Conteúdo: os primeiros passos

O profissional responsável pelo planejamento editorial de conteúdo, precisa ter bem claro que antes de definir as estratégias de conteúdo para mídias sociais, é obrigatório que ele estude muito bem sobre o posicionamento de marca do cliente e qual a proposta de valor da marca que ele vai trabalhar, e como transferir isso para os objetivos de negócios esperados.

Um exemplo simples: você imagina um comercial da Heineken usando mulheres de biquíni, praia, sol e futebol? Provavelmente, não. Preconceito? Também não. O posicionamento de marca e proposta de valor da Heineken estão descontextualizadas com o ambiente, contexto e narrativa que eu exemplifiquei. Funciona da mesma maneira quando você produz conteúdo de qualquer maneira e ignora as três palavras de ordem: contexto, ambiente e narrativa.

Contexto, ambiente e narrativa: as três palavras de ordem de um plano de ação de conteúdo

Seu cliente até pode ser um cliente que não tem um posicionamento bem definido. Mas, o ambiente e a narrativa precisam ser claras e condizentes com os objetivos.

E agora vou citar uma frase que o Estevão disse em um hangout feito agora pouco que pode resumir as linhas acima: “Quem quer só vender, acaba não vendendo”.

Em outras palavras:  toda marca precisa estar presente e ser presente no cotidiano do consumidor, respeitando o ambiente e o contexto social ao qual está inserida. Se você só quer vender, sua marca se torna aquele cara chato que só fala de um assunto e ninguém mais aguenta ficar perto.

Seu planejamento de conteúdo precisa ser visto como uma tradução simplificada dos objetivos de comunicação do seu cliente para o ambiente digital.

É muito comum alguns profissionais, principalmente os que estão iniciando na profissão, se renderem às facilidades da rede e começarem a enxergar os sites de redes sociais de maneira “blocada”. Enxergar como uma ferramenta para um fim, e não como ambiente.

Toda rede social é um ambiente habitado por pessoas e é movida a comportamento humano.

Por emoções.

Ignorar o meio de atuação e pensar que é só publicar e patrocinar o conteúdo para ampliar uma determinada  mensagem, não é a melhor maneira de atuar com conteúdo para mídias sociais.  Na verdade, não é a maneira correta de se pensar.

Quando você planeja a linha editorial de conteúdo, e entende que muitos outros passos precisam ser dados antes de partir para o operacional, você consegue transmitir a mensagem de maneira mais madura e, com certeza, mais eficaz, dentro do contexto do seu cliente.

Planejamento editorial de conteúdo não pode ser engessado

Por fim, e completando os argumentos ditos no vídeo e nos parágrafos acima, vou deixar aqui uma dica simples e que também muitos ainda ignoram: o fato de pensar que está livre do plano editorial depois de feito e aplicado na ferramenta que mais lhe agrada.

A grande vantagem de antecipar um planejamento editorial de conteúdo e que você, além de organizado, vai ter total controle de ação sobre novas tomadas de decisões no meio do caminho.

Se você não planeja, qualquer movimento é válido, pois não sabe o que seria o ideal para os próximos períodos. Por isso, jovens padawans, planejem, organizem apliquem e se precisar, mudem TUDO.

Se você chegou até aqui, muito obrigado pela sua atenção e até o próximo conteúdo!